terça-feira, 31 de março de 2009

Como encontrar o profissional certo?

Utilize a lista a seguir para saber se seu candidato (a qualquer um dos cargos da escola) realmente está apto para trabalhar na sua equipe. É importante lembrar que essas são características que ele não deve possuir!

 Não é usuário de informática.
 Tem pouco conhecimento de idiomas.
 Não tem formação superior.
 Demonstra falta de interesse em aprender e se atualizar.
 Não manifesta profissionalismo.
 Mostra dificuldades de relacionamento e de trabalhar em equipe.
 Possui estilo “burocrata”.
 Não demonstra ter objetivos.
 É arrogante ou antipático.
 Acredita ser auto-suficiente, mas não é.
 Mostra ser lento no trabalho.
 Usa óculos escuros durante a entrevista.
 Tem problemas de higiene, como roupas sujas.
 Não demonstra interesse nos negócios da escola.
 Fuma ou comparece à entrevista com cheiro de cigarro ou bebida.
 Não consegue expressar idéias com objetividade.
 Faltam-lhe iniciativa e entusiasmo.
 Manifesta muita intimidade com o entrevistador.

Este meu texto faz parte do booklet Administração Escolar, um dos livros da coleção Biblioteca do Professor, publicado pela Humana Editorial.

sábado, 28 de março de 2009

O mesmo filme, visões diferentes

Utilizar filmes na sala de aula não é novidade. Televisões e videocassetes são aparelhos básicos em muitas instituições de ensino – claro, há centenas de escola que não os possuem, mas se o professor realmente quiser passar um filme em classe, tem sempre alguém que tem esses aparelhos em casa e poderia emprestar, não é mesmo?

Gostaria de indicar um livro que contém desde as formas de utilização de filmes até opções mesmo divididas em temas (o livro é voltado à gestão de pessoas, não estranhe, mas inclui técnicas e sugestões para trabalhar tanto com professores e gestores como crianças a partir dos sete anos), é o Luz, câmera, gestão – A arte do cinema na arte de gerir pessoas de Myrna Silveira Brandão, editora Qualitymark.

Algumas dicas retiradas do próprio livro:

“- O filme deve ser cuidadosamente escolhido de acordo com o tema-objeto do treinamento. É importante levar em consideração o perfil profissional do grupo, a sua faixa etária, o tempo de duração do filme e outros aspectos relacionados à situação específica do programa a ser administrado;

- o facilitador deve assistir ao filme previamente e anotar os pontos e as cenas que ele, como especialista da área e também como espectador, destacaria para trabalhar os assuntos. Esses pontos podem servir como orientação para os temas a serem trabalhados e debatidos;

- ao escolher o filme, é importante ler textos relativos a ele, no sentido de obter elementos adicionais sobre o tema central a ser debatido. Mesmo que um filme possa ser analisado sob vários assuntos, normalmente ele tem um enfoque maior em determinado tema. Por exemplo, o filme Fale com Ela, de Pedro Almodóvar, embora tenha questões ligadas à superação de obstáculos, comunicação e sentido de vida, o ponto alto a ser trabalhado são as visões, reações e os comportamentos diferenciados em situações semelhantes;

- após a exibição, é recomendável que haja uma breve exposição de um debatedor ligado ao tema. Por exemplo, se o treinamento se referir ao tema “liderança”, um profissional especialista no assunto certamente pode ajudar muito na transposição de aspectos do filme para a área, na condução do debate e no esclarecimento de dúvidas;

- os pontos debatidos devem ser anotados e posteriormente distribuídos para todos. A anotação também será um material importante para o facilitador nas sessões subseqüentes do filme.”

Luz, câmera, gestão – A arte do cinema na arte de gerir pessoas, página 20.

Temas e filmes (importante fazer duas observações, uma é que cada filme pode abranger mais de um tema e que no livro existem várias outras opções)

Aprendizagem – Mestre dos Mares- O lado mais distante do Mundo
Competição – Madagascar
Conflito (choque de gerações) – Os Incríveis
Conflito (de pessoas e grupos) – A Fantástica Fábrica de Chocolates
Criatividade – A Marcha dos Pinguins
Desafio – O Homem Urso
Diferenças individuais – Doutores da Alegria
Perda – Lendas da Vida
Preconceito – Eu, Robô
Valores – Meninas

Siga as instruções e bom filme!

Até

Priscila Conte

terça-feira, 24 de março de 2009

Ã?

Não sei nem o que pensar sobre essa notícia! Aliás, em parte, sei: estou abismada tanto com a aluna, que se descontrolou de maneira assutadora dentro da escola, quanto com a professora, também descontrolada, que não sabe lidar com alunos revoltados por determinada situação.

Claro, há versões da história, mas só o que diferem são dois pontos. A professora diz que não jogou chá no primo da aluna agressora e que não usou "nenhum termo racista", mas pode "ter dito que era coisa de uma vileira". No mais, a menina e a professora confirmam os fatos.

Agora vem minha pergunta: ã? Como assim, gente? Não estou dizendo que a aluna está certa, de forma alguma - está bem errada, isso sim - mas eu imagino a raiva pela humilhação que ela passou, levando-a a este extremo.

Falta RESPEITO! As pessoas, não importa onde estão, se são os superiores de fulano ou ciclano, professores ou alunos, PRECISAM se RESPEITAR!

Vou deixar aqui os links para as duas "versões", da aluna e da professora.

Juízoooo minha gente!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Função do aluno na escola

Desculpem o sumiço... Tive aqui no blog uma pessoa que solicitou qual era a função do aluno na escola. Primeiro, pensei qual seria esta função. Acredito que o aluno tem por função fazer "girar" o conhecimento na escola, pois além de aprender ele também ensina muito aos professores, que precisam sempre buscar mais e mais conhecimento para satisfazer essa fonte inesgotável de dúvidas que é o aluno. Os professores também precisam estar sempre atentos aos comportamentos dos estudantes, aprendendo diariamente como lidar com seres humanos. Seria uma visão um tanto poética minha?

Caro "anônimo", essa seria minha explicação. Contudo, também deixo aqui dois links para os direitos e deveres do alunos - que são igualmente suas funções na escola.

Direitos: http://bdjur.almedina.net/item.php?field=item_id&value=251063
Deveres: http://bdjur.almedina.net/item.php?field=item_id&value=251065

Pessoal, alguém sabe melhor sobre este assunto? Vamos ajudar nosso/a colega? Coloquem suas opiniões sobre o tema nos comentários ok?

Obrigada!

quinta-feira, 12 de março de 2009

Atividade criativa de 5ª a 9ª série

Uma atividade muito interessante é a "Continue esta história". Como funciona? Simples, você nem precisa levar nenhum material para a sala de aula, bastam folhas de caderno mesmo e lápis ou caneta, material básico de qualquer aluno.

Esta atividade tem como objetivo exercitar a criatividade dos alunos; promover a interação entre a classe e entre classe e professor; trabalhar a Língua Portuguesa; além de você pode colocar a temática da aula.

É assim: você coloca a frase inicial da história no quadro, vou usar como exemplo a Língua Portuguesa mesmo, mas você pode começar dependendo da temática da aula e da sua disciplina, "O novo acordo ortográfico muda alguns regras".

A partir disso, os alunos devem fazer frases curtas que continuem a história e trocar os papéis - sem repetir o mesmo papel, podem ser umas 4 histórias por turma - até finalizar. Neste caso, você coloca como regra que eles têm de explicar o novo acordo, colocar algumas novas normas e falar como isso vai influenciar para eles. No final da aula, você recolhe os papéis, pede para alguns alunod lerem para os colegas e reafirma o conteúdo de maneira que eles não esquecerão mais!

Fiz essa brincadeira no Orkut com minha irmã, utilizando os pokes. Ficou engraçada e bem interessante!

terça-feira, 10 de março de 2009

A visão dos dedos: as dificuldades do Braille

Durante muito tempo, acreditou-se que a única forma de comunicação escrita e lida destinada aos deficientes visuais fosse o Sistema Braille e, por esse motivo, ainda encontramos tal estereótipo na mente das pessoas. Quando, em minhas palestras, aulas e cursos de capacitação, demonstro a importância deste código na vida acadêmica, profissional e social dos cegos, não deixo de apontar suas falhas, assim como qualquer outro modelo de escrita e leitura, no entanto, sem a intenção de suprir essas defasagens por algum meio que provoque respostas pouco eficazes. Não podemos considerar, apenas, as preferências particulares por determinado recurso, na tentativa de substituir, com total eficiência, a maneira de tocar e sentir as letras, de entrar em contato com a ortografia e gramática, com as disposições no papel, com o virar de páginas, enfim, com o movimento de mãos e dedos num sincronismo capaz de revelar as mais complexas construções conceituais.

As vantagens do Sistema Braille vão muito além da conquista da linguagem escrita e lida, ou seja, da alfabetização. Para o cego, alfabetizar-se em Braille significa ler o mundo que o cerca e conseguir libertar-se da prisão intelectual que está contida em milhares de páginas impressas em tinta ou manuscritas. Não ter uma informação ao seu alcance representa uma conversa entre duas pessoas que falam idiomas diferentes e não compreendem uma a outra. Por mais que a mensagem esteja contida no diálogo, ou seja, por mais clara que seja a informação, tanto a pessoa que não conhece o idioma do interlocutor, como o cego que não lê impressos em tinta, são prejudicados pela falta de acessibilidade, comprometendo sua interpretação e suas ações . Reside a& iacute; a maior falha do sistema de leitura tátil e escrita: a necessidade de uma mediação.

O Braille, apesar de ser acessível a todos, independente da ausência ou presença de visão, torna-se um sistema fechado quando necessita de uma pessoa que "transcreva" os escritos para serem interpretados por quem não conhece sua estrutura lógica. No caso, os textos em relevo destinam-se a outros deficientes visuais, a quem os produz, e ainda, aos videntes (quem enxerga), sendo este último grupo o que mais necessita da mediação, já que existem poucas pessoas que fazem a leitura visual das produções. Desta forma, um profissional especializado assume o papel de transcritor, reproduzindo em tinta o conteúdo dos escritos em Braille. Isso não implica em que somente alguns possam aprender esse código, o que diferencia um vidente de um cego são os processos e canais perceptivos u tilizados para se atingir o objetivo: o primeiro grupo faz as leituras e produções utilizando a visão e o segundo, o tato.

Junto à mediação surge um outro agravante. Como vimos, a presença de profissionais especializados em grafia Braille ainda é raro em nosso país, o que requer um esforço e um investimento voltado diretamente a essa capacitação. Se não existem multiplicadores, o atendimento desses educandos, em escolas regulares, será prejudicado e, por isso, a inclusão dos cegos tem acontecido sem qualidade. Cabe aos profissionais buscarem meios para atingir esse diferencial e, se tornarem os agentes multiplicadores em grafia Braille. Quanto mais pessoas tiverem o acesso a esse meio de leitura e escrita, melhores serão os resultados trazidos por essa libertação intelectual, cujas relações homem X cultura ganham outras proporções e resultados.

No entanto, de nada adianta uma expansão desregrada e sem compromisso com as especificidades que tal acompanhamento exige. Decodificar letras em símbolos, símbolos em letras não é o suficiente para subsidiar uma prática comprometida. Exige-se do profissional um conhecimento sistemático de como se processa o esquema perceptivo do deficiente visual, estimulação tátil, técnicas de escrita, técnicas de leitura, normas de produção de materiais, aplicação e manipulação de instrumentos necessários à produção acadêmica, entre outros. Desta forma, trazemos outro aspecto que contribui para afastar o cego do Braille e vice-versa: falta de qualificação profissional. Muitas vezes o ensino deste método é visto como u m processo comum de alfabetização, o que não é. Torna-se freqüente ações repetitivas de reprodução dos sinais, sem obedecer critérios de distribuição no papel, de posicionamento de mãos, de intervalos entre atividades para não provocar cansaço muscular e confusão tátil pelo constante atrito, supressão de etapas como estimulação tátil entre outros absurdos próprios da falta de orientação para tais acompanhamentos. O deficiente visual precisa se sentir confortável e seguro, suas manifestações como usuário devem ser consideradas peças chave durante todo o período de alfabetização ou reabilitação, reforçando as ações conjuntas entre usuários, profissionais, comunidade escolar e familiares, entre experiênc ia e técnica, entre prática e teoria...

Outros fatores de ordem técnica: além da pouca divulgação do Sistema entre profissionais que enxergam, existe a falta de incentivo, também bastante visível entre os familiares dos usuários. Resistência dos próprios cegos em aprenderem essa forma de escrita e leitura, muitas vezes, pela não aceitação de sua condição ou ensino inadequado de acordo com o estágio em que se encontram, tendo em vista as diferenças entre o entendimento do método por crianças , e adultos cegos ou que já enxergaram e videntes.

O Braille não se constitui como um sistema tão agradável e atraente ao tato quanto os desenhos, formas e escritos são para a visão. A distribuição lógica do texto no papel, armazenamento dos materiais, de forma a não danificar o relevo, a encadernação dos livros, a força empregada ao marcar o relevo, grande volume das obras e descrições com níveis satisfatórios de compatibilidade com as formas reais, transposição de imagens para textos, são questões fundamentais a serem levadas em consideração durante todo o processo. Elevado custo dos materiais, volumes excessivamente grandes: cada folha em tinta corresponde, entre 5 a 7 folhas em Braille. Falta de obras, sejam didáticas ou literatura, produzidas neste código, pouco investimento, muita demanda na procura de materiais, tempo de leitura tátil maior do que a leitura feita visualmente. O tato percebe letra a letra (sentido analítico), reconhecendo fragmentos da informação enquanto a visão percebe o global. Alfabetização mais lenta e que requer maiores investimentos tanto financeiros como metodológicos e didáticos, empenho e dedicação profissional.

São questões a serem pensadas e repensadas valorizadas e adaptadas à realidade dos seus usuários.

Diante do exposto, não devemos medir esforços para engrandecer, ainda mais, a genialidade do Sistema Braille e sua importância na vida dos cegos. Essa independência cultural, libertação intelectual e desempenho profissional são as maiores provas de que, independente das dificuldades encontradas pelo caminho, o certo é que o Braille foi e será a forma de escrita capaz de romper as barreiras da acessibilidade à informação, cujas percepções e sensações se expandem e se integram em um único foco, o do convívio entre a diversidade, um entendimento coletivo e um conhecimento comum a todos nós, envolvidos direta ou indiretamente nessa busca pela qualidade no ensino dos cegos.

O texto acima é de minha amiga Luciane Maria Molina Barbosa, pedagoga especializada em grafia Braille; professora de Alfabetização/reabilitação pelo método Braille; capacitação de professores e palestrante. Para entrar em contato com a autora, mande um e-mail para braillu@uol.com.br. Acesse também o site: HTTP://intervox.nce.ufrj.br/~brailu.

sábado, 7 de março de 2009

Toda mulher - Parabéns mulheres!

Toda mulher deve ser amada
No dia-a-dia conquistada
No ser mãe endeusada
Na cama desejada
Na boca beijada
Na alegria multiplicada
No lar compartilhada
No seu dia festejada
Na tristeza consolada
Na queda levantada
Na luta encorajada
No trabalho motivada
No aniversário presenteada
Na alma massageada
Na beleza admirada
Na dificuldade ajudada
No cangote bem cheirada
Na vida abençoada
No mundo inteiro respeitada
E sempre que possível... abraçada.

Bruno Bezerra

quinta-feira, 5 de março de 2009

Ensinar e aprender durante toda a vida

"Ensinar: passar conhecimentos teóricos ou práticos sobre (algo). Tornar conhecido, familiar a. Mostrar com precisão; indicar."

"Aprender: adiquirir conhecimento (de) ou habilidade prática (em). Ter melhor compreensão de (algo), esp. por intuição, experiência, convivência."

Significado retirado do Minidicionário Houaiss, 3ª edição, editora Objetiva - integralmente adaptado à Reforma Ortográfica.

Ontem estive pensando nestas duas palavras e em seus significados. E cheguei a seguinte conclusão: ensinar e aprender deveriam ser sinônimos. Já ouvi algo do tipo em alguns artigos, que são processos intimamentes ligados; que sem aprendizagem não há ensino e vice-versa; que ensinar é uma troca; etc.

Como vocês podem notar, deixei marcados alguns termos dessas definições (seria mesmo definitivo mantê-las assim?). O ponto ao qual quero chegar é: elas têm relação íntima! Qual a função do professor sem o aluno? Quem é professor de quem na vida?

Professores não se resumem à sala de aula, professor e, principalmente ensinar, faz parte do cotidiano de TODOS! Todos temos o que aprender, mas sem dúvida, a ensinar também.

Um jovem pode ensinar a um adulto de meia-idade - que pode ser seu próprio pai ou mãe, que às vezes impõe suas vontades e frustrações para que o filho alcance o que ele não conseguiu - que "amar não é apoderar-se do outro para completar-se, mas se dar ao outro para completar" (desculpe, não sei o autor da frase).

E uma pessoa que passou por muitos problemas em sua vida, seja ela jovem ou com mais velha, mas que tem propriedade para falar de determinadas situações da vida, pode ensinar que "é atravessando os rigores do inverno que o tempo chegou à primavera" (Zálkind Piatigórsky).

Mas somente em gestos, há o que ensinar e aprender? Sim! O que dizer de uma criança com uma doença sem cura que fala aos pais que não há o que temer, que quando ela morrer não há de ser tão ruim e que eles vão se econtrar novamente? Ela mostra que a paz e esperença que carrega consigo pode fazê-la aproveitar com mais alegria cada momento que lhe resta - o que todos também deveríamos fazer, independente de ter uma "prazo" de vida.

Deixo essas palavras para reflexão. Um bom dia.

terça-feira, 3 de março de 2009

Aulas no ensino fundamental

Que engraçado... hoje de manhã eu estava no ponto de ônibus perto da minha casa, esperando o mesmo para vir trabalhar, e comecei a olhar o pessoal da escola em frente.

Sempre fico reparando nas crianças, em seu comportamento. Hoje, cheguei ao ponto em tempo de ver a "bagunça" de antes do sinal tocar para a entrada na classe. Mas uma coisa me chamou a atenção: ao tocar o sinal para entrada nas salas de aula, os alunos fizeram exatamente os mesmos movimentos que eu e meus colegas de uns 13 - ou até mais - anos atrás... correram para entrar em fila por ordem de altura. Cada classe separada em seu espaço aguardando a professora se colocar diante da fileira de estudantes, todos com os braços erguidos marcando distância entre ele e seus colegas.

No tempo da minha irmã já era assim (há uns 22 anos atrás?!). Nada muda por quê? Ok, estamos falando de crianças em torno de seus 6 a 10 anos, que não seriam (?) tão independentes assim, precisam ser direcionadas por um adulto para chegarem (?) à sala correta, não provocarem baderna (?) até entrarem na classe...

Só o que sei é que me pareceu que voltei no tempo.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Dica para aulas de História

Oi gente, como foram de final de semana?

Estive pensando esses dias, e ainda não comentei aqui sobre o livro 1808 que li há algum tempo. Laurentino Gomes traz uma visão diferente e interessante sobre a história do Brasil - e preciso comentar que fiquei apaixonadíssima pelo livro, pois sua narrativa é muito interessante e prende o leitor absolutamente! Eu, pelo menos, comecei a entender melhor de política, porquê nosso País é do jeito que é agora e outras tantas curiosidades e informações importantes que precisamos conhecer sobre o Brasil.

Aqui vai a resenha que está no site da Livrarias Curitiba:

"A fuga da familia real portuguesa para o Rio de Janeiro ocorreu num dos momentos mais apaixonantes e revolucionários do Brasil, de Portugal e do mundo. Guerras napoleônicas, revoluções republicanas, escravidão formaram o caldo no qual se deu a mudança da corte portuguesa e sua instalação no Brasil. O propósito deste maravilhoso livro, resultado de dez anos de investigação jornalística, é resgatar e contar de forma acessível a história da corte lusitana no Brasil e tentar devolver seus protagonistas à dimensão mais correta possiível dos papéis que desempenharam duzentos anos atrás. Escrita por um dos mais influentes jornalistas da atualidade, 1808 é o relato real e definitivo sobre um dos principais momentos da história brasileira. "


Ele tem também "versões" juvenil e infantil, além também de seu audiolivro. Professor de História, vale a pena tentar fazer uma aula com este material moderno e atraente, com algumas atividades de debate em torno da própria história do Brasil. Que tal?

Até amanhã!