quarta-feira, 9 de abril de 2008

Don't stop the music!

"I wanna take you away
Lets escape into the music
DJ let it play
I just can't refuse it
Like the way you do this
Keep on rocking to it
Please don't stop the
Please don't stop the
Please don't stop the music"

Já parou para pensar o quanto uma múscia pode mudar seu dia... Essa aí, Don't stop the music, da Rihanna, levanta qualquer astral! Ótima para danças, se sentir livre, leve e solta! haha Mas é verdade mesmo.

Hoje acordei com essa na cabeça...
"Te tenho com a certeza
De que você pode ir
Te amo com a certeza
De que irá voltar
Pra gente ser feliz
Você surgiu e juntos
Conseguimos ir mais longe

Você dividiu comigo a sua história
E me ajudou a construir a minha
Hoje mais do que nunca somos dois
A nossa liberdade é o que nos prende

Viva todo o seu mundo
Sinta toda liberdade
E quando a hora chegar, volta...
Que o nosso amor está acima das coisas...desse mundo

Vai dizer que o tempo
Não parou naquele momento
Eu espero, por você
O tempo que for
Pra ficarmos juntos
Mais uma vez!"

As duas são massa, como diz minha amada Ivetinha! O mundo devia ter música em todos os lugares, a toda hora, para animar nossa vida sempre! Daí a gente não ia ficar bravo, triste, depressivo, louco, chato...

Ai não podia deixar faltar, muito engraçado! Dá uma olha nesta montagem do Justin com a música do McCréu (não é nenhum pouco instrutivo, mas no mínimo divertido). É de rolar de rir: Justin e o Créu

quinta-feira, 3 de abril de 2008

A alegria de ser o que se é. E basta.

Já tive minhas crises, já me senti bonita, feia, gorda e gostosa. Já tive cabelos longos, curtinhos e ruivos e loiros - fui até um mico leão dourado (por acaso da tinta e da cabelereira)!

Já tive minha época de usar somente calças e jaquetas para me esconder (do que, ou de quem, ou o que?) Passei para a fase de saias. Todos os tipos: floridas, lisas, longas, curtinhas, jeans, de algodão... Tenho uma coleção! Mudei para vestidos. Também devo falar que não são poucos os que tenho em meu armário. E também em diferentes estilos.

Todos têm seus dias maravilhosos e péssimos consigo mesmos, principalmente as mulheres.

É uma procura pelo perfeito que nos torna refêns da nossa estética. Mas e o que está por dentro, alguém já olhou?

Em mim, creio que sim. Também posso falar da metamorfose que sou psicologicamente. Não é difícil eu acordar cheia de motivação para fazer mil coisas, com mil idéias novas na cabeça e coragem para todas elas e até a hora do almoço já achar que nada vale a pena.

É estranho, mas acontece sempre. Na verdade, como dá para perceber por outros posts daqui, gosto de mudar. A rotina me mata! Pensar que serei um modelo pré-formatado daqui alguns anos me tira do sério, como me tiram igualmente as pessoas que não saem do lugar, que não lutam por sonhos, ou até por não acreditarem que vale a pena sonhar.

Aconteceu comigo. Tinha daquelas agendas que alguns garotas contam seus dias (diário, mas em agenda com data e tal). Em 2004, em um dia qualquer, coloquei um cartão postal que veio em uma revista para o meu pai do Rio de Janeiro e simplesmente escrevi: "Um dia ainda vou pra lá".

E deixei guardada em minha gaveta. Em 2006, fui mesmo. Um dia abri uma página da Internet e decidi que iria ver o Cirque du Soleil no Rio de Janeiro. No mesmo dia comprei o ingresso e a partir daí foram alguns meses planejando cada detalhe, cada passeio. Felicidade completa! E ainda bate em meu coração a vontade de voltar. Mas não é fácil segurar. Sinto que lá é meu lugar, onde vou ser muito feliz. Mesmo.

São coisas assim, mudanças e pensamentos positivos que fazem da nossa vida só nossa. Amanheci segura de mim, feliz por ser eu, por ter minha família e amigos. Muitos vezes, eles querem mudar o que sou (fisicamente). Não digo que é ruim ou por mal, mas só o farei quando realmente eu implorar para mim mesma por mudança - e a hora é agora!

Tenho aprendido muito nos últimos anos, e principalmente nos últimos meses... Assim, coisas que alguns não enxergam em anos. Tenho tido a ajuda de uma pessoa especial, que se não fosse por ela, mesmo me mostrando o que eu sou e o que poderia ser se eu quiser - na grande maioria das vezes- da pior maneira possível, mostrando meus defeitos muito mais do que as qualidades, eu seria pouco (por faltarem experiências, conviver em outros "mundos", conhecer novas coisas e lugares, pensamentos criativos, ver que a liberdade é simples). E não é o que desejo.

Meu coração está muito aberto a mudanças neste momento. Grandes reformulações, de corpo e coração. E vou me transformando, e gostando de ser como sou. Por mim.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Sobre tempo e jabuticabas

Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem
eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para
reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de
um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir
estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar
da idade cronológica, são imaturos.
Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de
"confrontação", onde "tiramos fatos a limpo".
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo
de secretário geral do coral.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "as pessoas não
debatem conteúdos, apenas os rótulos".
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,
minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana,
muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com
triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua
mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão
somente andar ao lado de Deus.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor
absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.

Autor desconhecido

Não vou colocar a culpa no mundo, muito menos na vida, mas, sim, nas pessoas... cada dia que passa me sinto mais sufocada - pelo amor que não posso dar, pela energia que não consigo gastar, pelo planos que não me deixam realizar... por não poder ser eu e apenas viver.